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quinta-feira, 25 de julho de 2013

25 de Julho. O dia A..B...C

De escritor e de louco, todo mundo tem um pouco... a frase não é essa, mas todo o escritor gosta de contar os fatos da sua maneira própria, pessoal ou impessoal. 
É terapêutico sentir o poder de descrever em linhas aquilo que está violentamente se debatendo, embaçado na nossa cabeça e coração. É auxiliar ao escrever situações loucas e incomuns para fazer leitores do mundo todo, se sentirem confortáveis e aconchegados nas linhas que os fazem parecer um pouco menos malucos. 
É nostálgico e alucinante o ato de expressar tudo o que vai por dentro, que está escondido, o que está óbvio mas não quer ser visto em linhas que podem mudar o curso de uma vida ou desestruturar uma já construída. 
Livros e recados. Poemas e canções. Cada pedaço de papel que se torna berço de uma nova ideia, é digno de uma moldura de honra e máxima atenção de seus leitores. Tirando lágrimas, sorrisos, suspiros profundos, deixando o pensamento vago e transportando para outro mundo. Escritores pelo mundo todo parecem narrar a nossa vida por saberem expressar tão bem aquilo que não conseguimos entender na prática.
As letras que se juntam para formar as palavras, as palavras formando frases, as frases formando textos de inexplicável conexão com nosso maior desejo de fuga e de compreensão. Escrever é ter na ponta dos dedos o dom de ouvir o pensamento mais profundo e o sentimento mais sufocado de um coração que sofre. É também o dom de fazer sorrir um rosto que está regado de tristezas e carrancas, fazer sonhar um descrente do viver. 
Hoje é o dia de quem, mesmo sem se convidar, invade nossas mentes, clareia aquilo que não compreendemos e molda nossos pensamentos para entendermos que o mundo não é lugar de ninguém. O mundo é lugar de quem queremos que ele seja. Nosso mundo pertence a quem possui nossa atenção. Nosso mundo é aquilo que construímos com sonhos que não morreram e decepções que nos edificaram. 
Dida de Escritores de humor e de amor, de tragédia e de comédia, de notícia e de fofoca, de livros e folhetins, de blogs e de Gibis... Escritores da nossa história e de blá blá blá